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O Coelho da Páscoa Passou por Aqui!

 

Falta um mês para a Páscoa! O Coelhinho já começou os preparativos, afinal, faltam só 31 dias até chegar essa data tão deliciosa! Já o vimos passar pelo Sítio algumas vezes e convidamos você e seus amigos para procurá-lo com a gente.

A busca pelo Coelhinho acontece durante o Projeto de Páscoa, em que seguimos os rastros deixados por ele. No caminho, conhecemos outros animais e podemos compará-los com os coelhos, entendendo suas diferenças e semelhanças, do que se alimentam e quais seus hábitos.

A partir dos ovos de chocolate, deixados pelo Coelhinho, descobrimos quais animais podem botar ovos de verdade e como eles são. Normalmente, o Coelhinho da Páscoa passa pela horta para matar a fome, então podemos ir lá espiar o que ele comeu e experimentar também.

No final do passeio, além de aprender sobre os animais e diversas outras curiosidades, a turma leva os ovinhos de chocolate deixados pelo Coelhinho e recebe uma surpresa!

Os agendamentos já começaram!

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por Inverno Studio
Sitio_carpas

Nishikigoi: A Japonesa do Sítio

O açude aqui do Sítio tem lambari, jundiá, tartaruga. Mas tem também um bichinho que chama atenção pela cor forte que tem: a carpa japonesa. Ela é muito conhecida assim, mas, na verdade, o nome é carpa nishikigoi: uma das cerca de 200 variedades de carpas da espécie Cyprinus carpia que existem.

A classificação é feita pelas cores e pelas estampas, entre outras características. Esses peixes podem viver até 70 anos, são pacíficos e representam sucesso na cultura japonesa. Outra curiosidade é que elas crescem de acordo com o tamanho do lugar onde vivem: se o espaço for pequeno, ficam menores, se for grande, crescem mais.

Na natureza, alimentam-se de minhocas, de larvas, de insetos e de caramujos. Quando são criadas em açudes ou em tanques, podemos oferecer rações especiais preparadas especialmente para elas.

Além de se alimentar, as nishikigoi precisam respirar assim como a gente. A diferença é que respiram o oxigênio que está na água enquanto nós, o que está no ar. Quando você vê pequenas quedas de água em aquários ou lá no açude do Sítio, não pense que servem apenas para fazer aquele barulhinho gostoso; o objetivo é movimentar a água do lago, liberando mais oxigênio para os peixes.

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por Inverno Studio
Abelha sem ferrão

Abelhas nativas não têm ferrão

Imagine uma abelha. Se você pensou em uma listradinha de preto e amarelo com ferrão no fim do corpo, saiba que esse não é o único tipo que existe, inclusive, essa espécie de abelhas nem é brasileira. Nativas daqui são as abelhas sem ferrão. Entre elas, existem mais de 400 espécies, cada uma com tamanhos e cores diferentes.

Esses insetos são superimportantes para a manutenção da vida no planeta. São as abelhas que polinizam as plantas: as operárias buscam alimento nas flores e, ao mesmo tempo, possibilitam a fertilização cruzada , ou seja, levam o pólen de uma flor para a outra, colaborando com o surgimento de novas plantinhas. As abelhas sem ferrão são responsáveis pela polinização de até 90% das árvores nativas.

Abelhas sem ferrãoAbelhas sem ferrãoAbelhas sem ferrão

 

Nós montamos caixinhas para que elas construam seus ninhos, mas, na natureza, sem a interferência dos homens, as abelhas sem ferrão vivem em troncos de árvores, em fendas no solo ou nas pedras. Por isso, queimadas e desmatamentos, entre outros fatores, dificultam sua sobrevivência, deixando-as próximas do desaparecimento. Naturalmente, existem predadores que se alimentam das abelhas, como aranhas, formigas, passarinhos, répteis e, até mesmo, abelhas maiores.

Abelha indígena é outro nome dado às abelhas sem ferrão, pois, tradicionalmente, eram manejadas pelos índios. Cada espécie do inseto produz um tipo de mel com sabor e textura diferentes, sendo armazenado por elas em pequenos potes feitos de cera. No Sítio, são criadas a Abelha Mirim, cujo nome científico é Trigona mínima, e a Jataí, chamada Tetragonisca angustula.

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por Inverno Studio
Esse é o Sansão

Esse é o Sansão!

Você sabia que no Sítio do Mato vive um Meleagris gallopavo muito especial?

Isso mesmo, o nome dele é Sansão. Lembrou agora? O Sansão é um peru cuja espécie, Meleagris gallopavo, tem origem na América do Norte. Ele é uma ave dócil, sempre deixa as crianças encostarem em suas penas e crista para descobrir qual textura têm.

Brincando com Sansão

Os perus, em sua maioria, são domesticados, ou seja, moram em sítios e são cuidados pelos humanos. Mas ainda existem alguns selvagens, vivendo em grupos de até 20 aves em lugares próximos às árvores. Normalmente eles caminham, mas também podem voar. O macho tem um conjunto de penas salientes no peito e é maior que a fêmea, chega a ter o dobro do peso dela. Uma das características que mais se destacam nos perus é a cauda em formato de leque, como na foto do Sansão.

Sua criação é semelhante a das galinhas, inclusive os peruzinhos com até os três meses de vida são bem sensíveis, assim como os pintinhos. Porém, tornam-se uma das aves domésticas mais resistentes depois de adultos. Venha conhecer o Sansão!

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por Inverno Studio