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Resgatando brincadeiras e diversão

O inverno é muito bom para tomar chocolate quente, ficar embaixo das cobertas e assistir um bom filme. O lado ruim é que alguns dias são tão frios e chuvosos que não é possível brincar no pátio da escola ou de casa. Mas podemos aproveitar essa oportunidade para resgatar algumas brincadeiras muito divertidas que nem lembramos mais.

As Cinco Marias são muito antigas; com origem na Grécia, a brincadeira era um clássico na infância dos nossos avós. A diversão começa já na confecção: você pode procurar cinco pedrinhas de tamanho e peso aproximado ou fazer saquinhos de tecido, com medida de 4cm por 3cm aproximadamente, e recheá-los com arroz, ou feijão, ou farinha, ou areia. Depois de prontos os saquinhos, começa a brincadeira!

  • Jogue todos os saquinhos no chão e escolha um deles para pegar sem tocar nas outras marias.
  • Jogue para cima o saquinho escolhido e, enquanto ele está no ar, pegue outro sem encostar nos demais. Segure o saquinho na volta com a mesma mão sem que ele caia chão.
  • Na próxima rodada, jogue os dois saquinhos para cima e pegue mais um. Siga esta mesma lógica até pegar todas as cinco marias.
  • Na última etapa, jogue os cinco saquinhos no chão e pegue um sem tocar nos demais; com a outra mão, forme um túnel. Você deve passar os quatro saquinhos restantes através dele – um por vez – enquanto o saquinho escolhido estiver lançado ao ar.
  • Se, em algum momento, o jogador encostar em um saquinho indesejado ou deixar cair a maria no chão, passa a vez para o próximo participante. A brincadeira pode ser um desafio entre inúmeros amigos.

Outra brincadeira simples e divertida é o Pé de Lata. Para confeccionar, basta escolher duas latas bem resistentes de um mesmo produto e prendê-las com cordas ou barbantes, formando alças. Depois de pronto, suba nas latas e segure as alças com as mãos. Você pode passear pela casa, apostar corridas com seus amigos e deixar a imaginação fluir. A Caça ao Tesouro também pode ser uma opção muito legal para dias chuvosos. Basta esconder um objeto em algum lugar da casa e desafiar seus amigos a encontrar. Você pode dar pistas como está quente ou está frio. Vence quem encontrar o objeto primeiro.

A mímica é uma brincadeira clássica e que não precisa de nada além da imaginação para provocar boas risadas. As mímicas podem ser feitas sobre animais, cidades, comida e até nomes de filmes e de músicas. Divida seus amigos em dois grupos e inicie a diversão. O grupo que adivinhar mais mímicas é o vencedor. O Passa Anel também é uma brincadeira que precisa de poucos recursos: basta ter um anel e vários amigos. Uma pessoa irá colocar o anel entre as palmas das mãos e fechá-las. As outras pessoas da roda mantêm as mãos na mesma posição, e abrem somente quando quem está passando o anel chegar a sua frente. Quando o passador do anel mostrar as mãos vazias, deve escolher um participante para adivinhar com quem está o anel. Se ele acertar, torna-se o novo passador de anel e segue a brincadeira!

Existem várias brincadeiras superdivertidas que ficaram um pouco esquecidas. Então que tal aproveitar o friozinho para deixar a criatividade fluir?

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por Inverno Studio
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Quadrilha e bandeirinhas: as tradições de junho

Junho, além do dia dos namorados e da chegada do inverno, é lembrado pelas festas juninas. A tradição de comemorar esse período do ano começou na Idade Média, quando o mês era celebrado em virtude dos dias dos santos populares: Santo Antônio, no dia 13, São João, no dia 24, e São Pedro, no dia 29. A comemoração também estava vinculada à chegada do solstício de verão no hemisfério norte, já que era o período de colheita do milho e, portanto, de agradecer aos santos por isso.

As tradições juninas vieram para o Brasil com a elite portuguesa. Uma delas foi a dança de salão francesa formada por quatro pares: a quadrille. A dança veio para o Brasil e foi absorvida e mesclada com outras danças típicas daqui, sendo denominada quadrilha. As tradições das festas juninas foram incorporadas principalmente no nordeste do Brasil, onde perduram o mês todo e são visitadas por milhares de turistas que buscam danças e comidas típicas da região.

A festa junina também é lembrada pelo cardápio característico. Ele está associado com a origem da comemoração; como a celebração acontecia em razão da colheita do milho, muitas das comidas da festa tem como base o cereal: pamonhas, bolo de milho, curau, pipoca, milho cozido, canjica. No Brasil, outras delícias entraram para o cardápio, como rapadura, pé-de-moleque, cocada, rosca de polvilho. Aqui no Rio Grande do Sul, também adicionamos o pinhão. Mas o que realmente não falta no cardápio de uma festa junina é o quentão, que aquece as noites frias de junho.

A festa junina tem muitas brincadeiras clássicas e superdivertidas como o pau de sebo, o correio elegante, a pescaria, a corrida de saco, o casamento caipira, a cadeia e a corrida com o ovo na colher. Outra tradição junina fica por conta de decoração: bandeirinhas supercoloridas não podem faltar. Não se esqueça de pregar alguns retalhos na roupa, para ficar no clima da festança!

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por Inverno Studio
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Turismo: valorização em forma de carinho

No mês de junho, comemoramos o Dia do Turista. O turismo é uma das principais atividades econômicas do Brasil, já que o nosso país tem inúmeros pontos turísticos conhecidos internacionalmente como, por exemplo, o Corcovado, no Rio de Janeiro, o Pelourinho, na Bahia, e as praias paradisíacas de Fernando de Noronha, em Pernambuco. O turista tem um papel importante para as cidades. Além de movimentar a economia, a presença dele valoriza os lugares visitados e reconhece a importância do trabalho de quem lá está

No Rio Grande do Sul, temos uma das cidades mais turísticas do Brasil: Gramado é planejada para receber os visitantes que querem conhecer um pouco mais da Serra Gaúcha e curtir as temperaturas baixas do inverno. A cidade recebe cerca de 2,5 milhões de turistas ao longo do ano e é o destino mais procurado no estado.

Porto Alegre também é uma das cidades mais importantes na rota turística do Brasil. Por ser a capital do Rio Grande do Sul, é um destino procurado por muitos visitantes que querem conhecer um pouco da cultura gaúcha. A cidade é lembrada pelo seu belo pôr-do-sol no Guaíba, pelo Mercado Público e o Centro Histórico, pelo museu Iberê Camargo, pela Casa de Cultura Mário Quintana e pelo Parque da Redenção. A cidade inteira é linda e cheia de lugares especiais, mas nós somos encantados pela zona rural.

O turismo na zona rural de grandes cidades é muito importante. Quando conhecemos um pouco da zona rural da nossa cidade, compreendemos a importância desta para a economia local, já que nos aproximamos dos pequenos produtores e reestabelecemos os nossos laços com a natureza. Na zona rural porto-alegrense existem muitos lugares interessantes para se conhecer: vinícolas, cabanhas, lugares que produção produzem alimentos orgânicos e espaços para praticar arborismo.

Escolher a zona rural como destino turístico é reconhecer sua importância para o funcionamento da cidade, além de ser um grande incentivo para quem se dedica em preservá-la. Estamos te esperando!
 

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por Inverno Studio
João-de-Barro

O pequeno construtor

O joão-de-barro é conhecido por ser um passarinho muito inteligente e trabalhador. Seu ninho parece uma casinha e tem até divisões internas dentro dele. O joão-de-barro constrói um ninho novo por ano, mas pode fazer mais de um ao mesmo tempo. Ele trabalha mais em períodos úmidos, em razão da disponibilidade de barro fresco para a construção do ninho.

Nativo da Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai, o joão-de barro é conhecido em cada região por um nome: amassa-barro, barreiro, forneiro, maria-de-barro, oleiro. Mas não é só o nome que muda de acordo com a região. Ao sul, ele tende a ter cores mais acinzentadas e é de menor porte; já ao norte, o joão-de-barro tem cores mais vivas, em tons avermelhados, além de ter uma maior estatura.

O furnarius rufus , nome científico do joão-de-barro, é encontrado em maior quantidade no sul da América do Sul. Em virtude disso, ele virou o a ave símbolo da Argentina em 1928. Por lá, ele é conhecido como honero.

O ninho do joão-de-barro é construído pelo casal de passarinhos. Os casais dessa espécie tendem a ficar juntos por toda a vida. Eles levam até 18 dias para construir o ninho que tem de 17 a 30cm e pode pesar até 12kg. Quando finalizam, a fêmea coloca de 3 a 4 ovos e protege seus filhotes dentro do ninho até que estes possam sair. O joão-de-barro prefere os galhos mais baixos de árvores e troncos secos para se aninhar; no entanto, na cidade, são comumente vistos em postes da rede elétrica.

Várias lendas cercam o joão-de-barro. Uma delas diz que, quando a fêmea é infiel, o macho tranca a saída do ninho até que a fêmea morra, mas isso não é comprovado. Outra história é a respeito da cidade de Sobradinho. A lenda diz que um viajante, quando passava pela cidade, encontrou um joão-de-barro construindo seu ninho. Este lhe falou que o construiria em forma de um Sobradinho, em razão das grandes casas de fazendas da região. Esse encontro do viajante com o joão-de-barro teria dado nome à cidade.

Aqui no Sítio do Mato, muitas vezes recebemos a visita desse ilustre passarinho, que constrói seu ninho com muito zelo nas nossas árvores e cercas.

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por Inverno Studio
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Amora: colorida e deliciosa

Quem nunca pintou os dedos de roxo comendo amora? A frutinha é uma delícia e não precisa de muitos cuidados para florescer. A amoreira é nativa da Ásia, América do Norte e América do Sul. Adapta-se muito bem ao Brasil em virtude do clima subtropical, preferindo os períodos mais frios e os solos profundos e úmidos.

Existem várias espécies de amora: Rubus rosifolius, a amora vermelha, é a que nasce com mais facilidade no Brasil.A preta é conhecida cientificamente como Morus nigra, e é amais comercializada por aqui. Por fim, a amora branca – Morus alba – é cultivada para servir de alimento para o bicho-da-seda.

Originário da China, o bicho-da-seda alimenta-se exclusivamente das folhas da amoreira branca. Em sua fase como larva, com duração de aproximadamente um mês, o bichinho secreta um fio para fazer seu casulo. Ele vai enrolando o fio ao redor do corpo até fechar o casulo. O fio do casulo é a fonte para a produção da seda.

A amora é formada por vários pequenos frutos redondos agregados e, como todas as frutas, faz muito bem para a nossa saúde. Ela tem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e ainda traz benefícios para as cordas vocais e para o combate à osteoporose. Os frutos demoram cerca de um ano após o plantio para nascer. Por isso, não perde tempo para plantar a tua amoreira e pintar as mãos de roxo. Enquanto ela não floresce, vem visitar o Sítio do Mato e colher essa e muitas outras frutinhas direto do pé!

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por Inverno Studio
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Do jardim para a mesa

É possível fazer uma salada de flores? Se você acha que não, conheça a capuchinha.  A Tropaeolum majus L. (nomenclatura científica da capuchinha), quando cultivada sem o uso de agrotóxicos ou produtos químicos, é comestível. Ela tem o sabor picante, semelhante ao do agrião, e pode ser utilizada em várias receitas na cozinha.

A capuchinha leva de 7 a 21 dias para germinar, floresce entre 6 e 8 semanas após o plantio e pode atingir até 30cm de altura. Ela pode ser plantada em floreiras, vasos, jardins e hortas, desde que seja um local bem iluminado.

O consumo da capuchinha traz alguns benefícios para a nossa saúde. Ela pode ser usada no tratamento de escorbuto – doença causada em razão da ausência de vitamina C no organismo. Também é útil na função antisséptica, diurética e no tratamento de problemas respiratórios e urinários. Inclusive, é chamada também de flor-do-sangue por auxiliar a combater a anemia. A capuchinha ainda pode ser conhecida como chagas e agrião-do-méxico.

Além dos benefícios para a nossa saúde, plantar capuchinha também é uma maneira de proteger a terra porque ela é resistente à seca e conserva a umidade. Uma dica para plantar em vaso é, nos primeiros dias, deixá-la em um local com sombra. Depois que a planta vingar, basta escolher um lugar bem iluminado e garantir o solo úmido para que ela floresça.

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por Inverno Studio
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Mãos sujas de terra e alimento fresquinho

Sabia que não é necessário ter um quintal para poder ter uma horta em casa? Se você mora em apartamento, as hortas verticais e os pequenos vasos são uma boa opção para colher um alimento fresquinho e saudável a qualquer momento. Uma alimentação composta por frutas e legumes é fundamental para manter a saúde. Devemos sempre buscar saber a origem do alimento que está na nossa mesa e optar pelos frescos e orgânicos. Para isso, nada melhor do que ter na própria horta as frutas, os legumes e os temperos que preferimos.

Aqui no Sítio do Mato, temos uma horta cuidada com muito carinho. Quando fazemos uma boa salada, podemos buscar a alface mimosa e a chicória no nosso quintal. Para temperar os alimentos, temos plantado manjericão, orégano fresco, cebolinha verde. Na nossa horta também tem a hortelã, ótima para fazer um bom chá.

O primeiro passo para fazer sua própria horta é escolher um lugar bem iluminado. O local deve receber cerca de cinco horas de sol por dia, preferencialmente pela manhã. A dica para as plantinhas vingarem é escolher mudas que tenham as raízes mais curtas e que se adaptem melhor a vasos, como alface, rúcula, alecrim, manjericão, orégano, ou, até mesmo, frutas pequenas como o tomate-cereja. Não se esqueça de regar periodicamente suas mudas para que elas cresçam saudáveis.

Além de colher um alimento fresco e livre de agrotóxicos, ter sua horta em casa é uma excelente oportunidade para desenvolvermos uma relação com a terra e com aquilo que consumimos.

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por Inverno Studio
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Outono: estação de muitas frutas

Quando pensamos no outono, a primeira imagem que nos vem à cabeça é a das árvores com os galhos secos e as folhas caídas no chão. No entanto, a estação também é conhecida pelas muitas frutas típicas do período. O outono, que começou em março e terminará em junho, é caracterizado pela chegada das temperaturas mais baixas. Para manter a saúde mesmo no frio, confira algumas frutas típicas da estação e os seus benefícios.

Maracujá, abacate, figo, coco e melão são algumas das frutas que têm o seu principal período de colheita no outono. Aqui no Sítio do Mato, temos, pelo menos, três frutas próprias do outono: a goiaba, o caqui e a bergamota. Cada uma possui diferentes nutrientes que trazem muitos benefícios para a nossa saúde.

Fonte de nutrientes: os benefícios do caqui

O caqui tem sua origem na China e no Japão e se adaptou muito bem ao Brasil em virtude do clima. É possível colher caqui de janeiro a setembro. No entanto, entre março e maio colhemos mais frutas e de melhor qualidade.  O caqui é uma excelente fonte de vitaminas e é rico em betacaroteno, nutriente que faz muito bem para a saúde da pele e da visão.

 Goiaba: saborosa e rica em vitaminas

Outra fruta aqui do Sítio cuja safra dá predominantemente no outono é a goiaba. A goiabeira – nome científico: Psidium guajava L – é nativa da América do Sul e pode ter de três a cinco metros de altura. A goiaba, além de muito saborosa, também é rica em vitaminas, principalmente a vitamina C, a qual, entre tantos benefícios, auxilia no combate a infecções, gripes e resfriados. O consumo de vitamina C também contribui para manter baixos os níveis de colesterol ruim e fortalecer o sistema imunitário.

Tangerina, mexerica, bergamota

A bergamota também é uma fruta característica do outono e do inverno. Em cada parte do Brasil ela é conhecida de uma maneira: tangerina, mexerica, laranja mimosa. No Rio Grande do Sul, chamamos de bergamota e ela é uma das frutas mais tradicionais quando o frio chega por aqui. Seu suco é rico em vitaminas A, B1, B2 e C, além de cálcio, fósforo e potássio.  Esses nutrientes auxiliam nas funções diuréticas, digestivas e no aumento da eficiência física.

Cada tipo de fruta é rico em diferentes nutrientes os quais proporcionam inúmeros benefícios para a nossa saúde.  Por isso, em qualquer estação do ano, é importante consumirmos mais de um tipo de frutas para mantermos todas as taxas de vitaminas completas.

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por Inverno Studio

 

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Dia das Mães

É Dia das Mães! Tempo de dar um abraço bem apertado naquelas que nos dedicam tanto amor ao longo da vida.

Todas as mães são especiais, até as do mundo animal. Elas protegem seus filhotes com muito zelo para que eles cresçam fortes e possam viver sozinhos na natureza. Essa é a maior semelhança entre todas as mães do mundo: o instinto de proteção e o amor. Mas você sabia que a gestação tem tempo de duração distinto em cada espécie animal e que nem todos os filhotes vêm da barriga da mãe?

Nós, humanos, precisamos de nove meses para nos desenvolvermos dentro da barriga das nossas mães. Alguns bichinhos aqui do Sítio do Mato, no entanto, nascem em aproximadamente um mês. É o caso dos coelhos, que demoram de 30 a 40 dias para nascer. Em cada ninhada, podem nascer de quatro a doze filhotes. Já as cabras e as ovelhas passam cinco meses na barriga de suas mães. Outro mamífero, o cavalo, tem um tempo de gestação mais próximo ao dos seres humanos: são 11 meses. O potrinho, como é chamado o filhote, também precisa do leite materno para ficar forte e com saúde. Porém, ao contrário de nós, que precisamos de muita atenção quando somos bebês, eles já saem caminhando e explorando a natureza em seus primeiros instantes de vida.

As aves têm um sistema de reprodução diferente do dos mamíferos. Elas são ovíparas, ou seja, os filhotes nascem de ovos. Nas galinhas, o ovo fica no útero por, mais ou menos, um dia. Depois disso, elas colocam o ovo e este é chocado. Elas o aquecem com seus corpos para que os embriões se desenvolvam. Esse processo dura em torno de 20 dias até que o pintinho esteja pronto para quebrar a casca e ganhar o mundo.

A maternidade é muito especial em qualquer espécie. Por isso, o Sítio do Mato deseja um Feliz Dia das Mães para todas as mamães!

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por Inverno Studio

Março no Sítio do Mato

Em março, o Sítio do Mato e a Sítio do Mato Turismo estiveram agitados! Nesse mês em que o ano começa de verdade, iniciamos as atividades por aqui. As primeiras visitas ao Sítio foram daquele jeito especial: com o Projeto de Páscoa. A criançada se divertiu procurando o Coelhinho e, no caminho, aprendeu sobre os animais e sobre as plantas.

O roteiro de estreia dos Caminhos Rurais também foi no mesmo mês. Visitamos três propriedades: o Sítio Capororoca, a Granja Lia e a Cabanha Costa do Cerro. Conhecemos, ainda, a Praça de Belém Velho e o Santuário Nossa Senhora Mãe de Deus, no alto do Morro da Pedra Redonda. O Jornal do Comércio foi com a gente e fez uma reportagem muito legal sobre os Caminhos Rurais. Você pode ler aqui.

Domingo, dia 12, tem mais Caminhos Rurais – informe-se aqui – e o Sítio do Mato continua o ano cheio de ideias de projetos para as escolas, sejam visitas, sejam roteiros de estudos.

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