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Mãos sujas de terra e alimento fresquinho

Sabia que não é necessário ter um quintal para poder ter uma horta em casa? Se você mora em apartamento, as hortas verticais e os pequenos vasos são uma boa opção para colher um alimento fresquinho e saudável a qualquer momento. Uma alimentação composta por frutas e legumes é fundamental para manter a saúde. Devemos sempre buscar saber a origem do alimento que está na nossa mesa e optar pelos frescos e orgânicos. Para isso, nada melhor do que ter na própria horta as frutas, os legumes e os temperos que preferimos.

Aqui no Sítio do Mato, temos uma horta cuidada com muito carinho. Quando fazemos uma boa salada, podemos buscar a alface mimosa e a chicória no nosso quintal. Para temperar os alimentos, temos plantado manjericão, orégano fresco, cebolinha verde. Na nossa horta também tem a hortelã, ótima para fazer um bom chá.

O primeiro passo para fazer sua própria horta é escolher um lugar bem iluminado. O local deve receber cerca de cinco horas de sol por dia, preferencialmente pela manhã. A dica para as plantinhas vingarem é escolher mudas que tenham as raízes mais curtas e que se adaptem melhor a vasos, como alface, rúcula, alecrim, manjericão, orégano, ou, até mesmo, frutas pequenas como o tomate-cereja. Não se esqueça de regar periodicamente suas mudas para que elas cresçam saudáveis.

Além de colher um alimento fresco e livre de agrotóxicos, ter sua horta em casa é uma excelente oportunidade para desenvolvermos uma relação com a terra e com aquilo que consumimos.

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por Inverno Studio
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Outono: estação de muitas frutas

Quando pensamos no outono, a primeira imagem que nos vem à cabeça é a das árvores com os galhos secos e as folhas caídas no chão. No entanto, a estação também é conhecida pelas muitas frutas típicas do período. O outono, que começou em março e terminará em junho, é caracterizado pela chegada das temperaturas mais baixas. Para manter a saúde mesmo no frio, confira algumas frutas típicas da estação e os seus benefícios.

Maracujá, abacate, figo, coco e melão são algumas das frutas que têm o seu principal período de colheita no outono. Aqui no Sítio do Mato, temos, pelo menos, três frutas próprias do outono: a goiaba, o caqui e a bergamota. Cada uma possui diferentes nutrientes que trazem muitos benefícios para a nossa saúde.

Fonte de nutrientes: os benefícios do caqui

O caqui tem sua origem na China e no Japão e se adaptou muito bem ao Brasil em virtude do clima. É possível colher caqui de janeiro a setembro. No entanto, entre março e maio colhemos mais frutas e de melhor qualidade.  O caqui é uma excelente fonte de vitaminas e é rico em betacaroteno, nutriente que faz muito bem para a saúde da pele e da visão.

 Goiaba: saborosa e rica em vitaminas

Outra fruta aqui do Sítio cuja safra dá predominantemente no outono é a goiaba. A goiabeira – nome científico: Psidium guajava L – é nativa da América do Sul e pode ter de três a cinco metros de altura. A goiaba, além de muito saborosa, também é rica em vitaminas, principalmente a vitamina C, a qual, entre tantos benefícios, auxilia no combate a infecções, gripes e resfriados. O consumo de vitamina C também contribui para manter baixos os níveis de colesterol ruim e fortalecer o sistema imunitário.

Tangerina, mexerica, bergamota

A bergamota também é uma fruta característica do outono e do inverno. Em cada parte do Brasil ela é conhecida de uma maneira: tangerina, mexerica, laranja mimosa. No Rio Grande do Sul, chamamos de bergamota e ela é uma das frutas mais tradicionais quando o frio chega por aqui. Seu suco é rico em vitaminas A, B1, B2 e C, além de cálcio, fósforo e potássio.  Esses nutrientes auxiliam nas funções diuréticas, digestivas e no aumento da eficiência física.

Cada tipo de fruta é rico em diferentes nutrientes os quais proporcionam inúmeros benefícios para a nossa saúde.  Por isso, em qualquer estação do ano, é importante consumirmos mais de um tipo de frutas para mantermos todas as taxas de vitaminas completas.

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por Inverno Studio

 

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Dia das Mães

É Dia das Mães! Tempo de dar um abraço bem apertado naquelas que nos dedicam tanto amor ao longo da vida.

Todas as mães são especiais, até as do mundo animal. Elas protegem seus filhotes com muito zelo para que eles cresçam fortes e possam viver sozinhos na natureza. Essa é a maior semelhança entre todas as mães do mundo: o instinto de proteção e o amor. Mas você sabia que a gestação tem tempo de duração distinto em cada espécie animal e que nem todos os filhotes vêm da barriga da mãe?

Nós, humanos, precisamos de nove meses para nos desenvolvermos dentro da barriga das nossas mães. Alguns bichinhos aqui do Sítio do Mato, no entanto, nascem em aproximadamente um mês. É o caso dos coelhos, que demoram de 30 a 40 dias para nascer. Em cada ninhada, podem nascer de quatro a doze filhotes. Já as cabras e as ovelhas passam cinco meses na barriga de suas mães. Outro mamífero, o cavalo, tem um tempo de gestação mais próximo ao dos seres humanos: são 11 meses. O potrinho, como é chamado o filhote, também precisa do leite materno para ficar forte e com saúde. Porém, ao contrário de nós, que precisamos de muita atenção quando somos bebês, eles já saem caminhando e explorando a natureza em seus primeiros instantes de vida.

As aves têm um sistema de reprodução diferente do dos mamíferos. Elas são ovíparas, ou seja, os filhotes nascem de ovos. Nas galinhas, o ovo fica no útero por, mais ou menos, um dia. Depois disso, elas colocam o ovo e este é chocado. Elas o aquecem com seus corpos para que os embriões se desenvolvam. Esse processo dura em torno de 20 dias até que o pintinho esteja pronto para quebrar a casca e ganhar o mundo.

A maternidade é muito especial em qualquer espécie. Por isso, o Sítio do Mato deseja um Feliz Dia das Mães para todas as mamães!

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Março no Sítio do Mato

Em março, o Sítio do Mato e a Sítio do Mato Turismo estiveram agitados! Nesse mês em que o ano começa de verdade, iniciamos as atividades por aqui. As primeiras visitas ao Sítio foram daquele jeito especial: com o Projeto de Páscoa. A criançada se divertiu procurando o Coelhinho e, no caminho, aprendeu sobre os animais e sobre as plantas.

O roteiro de estreia dos Caminhos Rurais também foi no mesmo mês. Visitamos três propriedades: o Sítio Capororoca, a Granja Lia e a Cabanha Costa do Cerro. Conhecemos, ainda, a Praça de Belém Velho e o Santuário Nossa Senhora Mãe de Deus, no alto do Morro da Pedra Redonda. O Jornal do Comércio foi com a gente e fez uma reportagem muito legal sobre os Caminhos Rurais. Você pode ler aqui.

Domingo, dia 12, tem mais Caminhos Rurais – informe-se aqui – e o Sítio do Mato continua o ano cheio de ideias de projetos para as escolas, sejam visitas, sejam roteiros de estudos.

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por Inverno Studio

O Coelho da Páscoa Passou por Aqui!

 

Falta um mês para a Páscoa! O Coelhinho já começou os preparativos, afinal, faltam só 31 dias até chegar essa data tão deliciosa! Já o vimos passar pelo Sítio algumas vezes e convidamos você e seus amigos para procurá-lo com a gente.

A busca pelo Coelhinho acontece durante o Projeto de Páscoa, em que seguimos os rastros deixados por ele. No caminho, conhecemos outros animais e podemos compará-los com os coelhos, entendendo suas diferenças e semelhanças, do que se alimentam e quais seus hábitos.

A partir dos ovos de chocolate, deixados pelo Coelhinho, descobrimos quais animais podem botar ovos de verdade e como eles são. Normalmente, o Coelhinho da Páscoa passa pela horta para matar a fome, então podemos ir lá espiar o que ele comeu e experimentar também.

No final do passeio, além de aprender sobre os animais e diversas outras curiosidades, a turma leva os ovinhos de chocolate deixados pelo Coelhinho e recebe uma surpresa!

Os agendamentos já começaram!

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Boas Aulas!

As férias terminam, mas muitas coisas boas acontecem com a volta às aulas: reencontrar os amigos, conhecer os novos colegas e professores, aprender matérias novas, fazer diferentes passeios!

Desejamos uma ótima volta às aulas aos alunos, professores e funcionários de cada escola e, claro, para todos que trabalham com a gente aqui no Sítio!

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Vem conhecer a Zona Rural!

Estamos preparando um projeto para te mostrar uma parte muito especial de Porto Alegre: a Zona Rural! Abre um espacinho na agenda que logo logo você será convidado a passar o dia com a gente conhecendo essa região tão importante para a cidade e descobrindo tudo que ela oferece, do lazer à produção de alimentos orgânicos.

Trabalhamos com Caminhos Rurais há bastante tempo, mas, normalmente, com grupos fechados ou com escolas. Agora a Sítio do Mato Turismo prepara roteiros de Caminhos Rurais abertos ao público. Em breve daremos mais informações!

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Divulgação Prefeitura de Torres-Neuza Luzz

Vamos para a praia?

Guarda-sol, diversão, crepe e picolé. Tudo isso tem na praia de Torres, aquela bem na divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina, lembra? Mas Torres também tem o Rio Mampituba, a formação rochosa e muita história.

Seja verão, seja inverno, a Sítio do Mato Turismo visita a praia para conhecer um pouco mais a cidade e o que está em volta dela. Aprendemos que a divisão entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina é marcada pelo Rio Mampituba; de um lado está Torres, cidade gaúcha, e do outro, Passo de Torres, cidade catarinense. Mampituba é um nome de origem tupi-guarani, significa “rio de muitas curvas”.

A relação com os indígenas continua. Os primeiros habitantes de Torres foram índios Guaranis Carijós. Eles permaneceram na região até o ano de 1600 aproximadamente, vivendo da pesca, da caça e de práticas agrícolas.

Descobrimos também que o Morro do Farol, o Morro das Furnas e o Morro da Guarita fazem parte de uma formação geológica de rochas magmáticas, originárias de derramamentos de lava vulcânica que aconteceram há milhões de anos. São formados por arenito e por basalto e marcam o início da Serra Geral. Mas Torres ainda tem muito para nos ensinar; sobre lendas, história, lagoas e rochas.

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Credito da foto: divulgação Prefeitura de Torres/Neuza Luzz

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Já brincou de falsa baiana?

Sítio_falsa baianaAqui no Sítio, é uma das brincadeiras mais tradicionais. São cabos ou cordas presos em árvores,  formando um caminho entre elas. Em um cabo você coloca os pés, no outro, você se segura com as mãos, fazendo a travessia. Assim vamos brincando com o equilíbrio enquanto ficamos bem pertinho das árvores.

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por Inverno Studio
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Transformando lixo em adubo

Em vez de deixar o lixo poluir o solo, podemos utilizá-lo para gerar nutrientes para a terra. O processo é bem simples, basta transformá-lo em adubo com a ajuda de uma composteira. Temos uma no Sítio e você também pode preparar a sua em casa, até mesmo no apartamento.

A compostagem é o processo de transformação de matéria orgânica – restos de comida, resíduos de jardim e esterco de animais – em adubo orgânico. A produção do adubo acontece naturalmente com a decomposição dos resíduos. O mais legal é que podemos dar um destino útil para parte do lixo que produzimos em casa, evitando o acumulo e a contaminação. O adubo produzido pode ser utilizado em hortas, em plantas ou em gramados, deixando-os fortes e saudáveis.

Para preparar a composteira, é preciso intercalar resíduos úmidos com resíduos secos. Ou seja, colocar camadas de restos de alimentos e de cascas entre camadas de folhas, de galhos e de grama cortada. A sugestão é colocar uma parte de compostos úmidos a cada duas partes de secos, assim a composteira não criará chorume, aquele líquido que muitas vezes se acumula no fundo da lixeira. Para saber se a umidade está correta, pegue um punhadinho do composto e aperte, se sair líquido, está muito úmido e você precisará colocar mais folhas, se estiver muito seco você pode colocar água.

A composteira não tem cheiro, pois a decomposição acontece em um processo aeróbico, aquele que utiliza o oxigênio. Mas, para que o ar entre na mistura, é preciso revirar os compostos uma vez por semana. No Sítio, a composteira é cercada por paredes de madeira, ocupando um espaço maior. Na sua casa, você pode utilizar um balde ou um pote com tamanho proporcional à quantidade de resíduos que produz, uma sugestão é cobrir com uma telinha, para permitir a entrada de ar, tão importante.

Não há um tempo exato para a transformação dos resíduos em adubo. A média é em torno de três meses. Porém, o ideal é prestar atenção ao aspecto do composto, o que antes eram resíduos passam a ficar com aparência de terra, macia e cheia de nutrientes.

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