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Trabalhar no verão, descansar no inverno

Você conhece a fábula da cigarra e da formiga? Durante uma tarde de verão muito quente, a cigarra cantarolava e tocava seu violão quando avistou uma formiguinha focada em seu trabalho diário. Ela convidou a formiga para cantar; a formiga disse que não podia, pois precisava guardar mantimentos para o inverno. Quando os dias frios chegaram, a cigarra não tinha mais disposição para cantar pois estava desabrigada. Então, foi pedir ajuda à formiga que disse: “Você deveria ter escutado meu conselho”.

Essa fábula retrata bem as formigas: elas trabalham muito e são bem organizadas. Os formigueiros são estruturas muito complexas: podem existir túneis de até 12 metros de profundidade e, em um único formigueiro, podem viver até 100.000 formigas. Por isso, elas se dividem em diferentes funções: obreira, soldada, operária e rainha. Cada uma tem sua obrigação dentro do sistema que funciona no formigueiro. A reprodução fica a cargo da rainha, que é maior e vive sempre dentro do formigueiro. Após acasalarem com rainha, os machos morrem porque já cumpriram a sua função dentro do sistema. As operárias são todas fêmeas e têm, entre suas funções, cuidar da rainha. A rainha pode viver até 14 anos, enquanto as operárias vivem em média 7 anos.

As formigas estão em todos os lugares do planeta, exceto nas zonas polares. A maior formiga do mundo é africana e mede 5cm. Aqui no Brasil, estima-se que existam 2000 espécies de formigas. Outra curiosidade é que, em virtude do seu tamanho e estrutura corporal, a formiga pode cair de qualquer altura sem se machucar e, ainda, consegue carregar 1000 vezes o peso do seu próprio corpo. As formigas se comunicam através de substâncias químicas: os feromônios. Quando encontram um alimento, elas deixam um rastro dessa substância até o formigueiro para que, assim, as outras formigas possam encontrar o caminho. Por este mesmo motivo, elas conseguem andar organizadas em filas e, quando se encontram, tocam as antenas como meio de comunicação.

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por Inverno Studio
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Cinco chás para aquecer o inverno

Aquecedor, roupas quentinhas, luvas e toucas: quando chega o inverno, logo pensamos em como nos aquecermos. Para espantar o frio, os chás são ótimos aliados. Mas, além de aquecer, os chás ainda trazem muitos benefícios para a saúde. Aqui no Sítio do Mato adoramos um bom chá, principalmente quando feito com ervas colhidas na nossa hortinha.

Os chás podem ser feitos com flores e frutas através da infusão. Basta colocar uma a duas colheres de chá da erva ou fruta escolhida – de acordo com a intensidade do sabor – para cada xícara de água. Deixe por 10 minutos, coe e sirva.

A hortelã é uma das ervas mais lembradas por aqui para fazer chá; ela nasce com facilidade, precisando de sol e solo fértil e podendo ser cultivada em vasos. O chá tem ação vermífuga e auxilia na redução de dores e cólicas. Com propriedades calmantes, o chá de camomila também é uma ótima opção para quem quer se manter aquecido. A camomila ainda alivia cólicas e náuseas e atua como descongestionante. Outra opção é o chá de erva-cidreira, também cultivada muito facilmente. A erva-cidreira melhora a qualidade de sono, alivia dores de cabeça e cólicas menstruais e abdominais.

O chá de gengibre é ótimo para o inverno. Além das propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, ele possui um elevado teor de vitamina C, o que auxilia a fortalecer o sistema imunológico e combater a temida gripe de inverno. Para fazer o chá de gengibre, basta adicionar a uma xícara de água, quatro rodelas da raiz. O gengibre também pode ser mesclado com outros ingredientes; uma ótima opção é o chá de limão com gengibre, que, além dos benefícios do gengibre, traz o poder energético e as propriedades desintoxicantes do limão. Em um litro e meio de água, adicione duas colheres de sopa de gengibre ralado e meio limão com casca.

Já escolheu o seu chá preferido para aquecer o inverno?

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por Inverno Studio

 

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É pato ou é marreco?

Muitas pessoas não sabem identificar as diferenças entre pato e marreco. Apesar de terem características distintas bem visíveis, a confusão entre as duas espécies é muito comum. Prova disso é que o pato mais famoso do mundo dos desenhos animados é um marreco. Isso mesmo: o Pato Donald é um marreco! O termo duck foi traduzido para o português como pato, que em inglês, na verdade, corresponde a muscovy duck. No Brasil, o personagem chegou por volta de 1940 e, desde então, ficou conhecido pelas crianças como sendo um pato. A espécie exata do animal da Disney é Marreco de Pequim.

A confusão entre as duas espécies pode ser justificada por eles pertencerem a mesma ordem: a dos anseriformes da família Anatidae. No entanto, há muitas diferenças entre os Cairina Moschata, nome científico dos patos, e os Anas Boschas, nome científico dos marrecos. Os primeiros, em geral, são maiores e mais gordinhos, enquanto os marrecos são mais esbeltos e menores. Originários da América do Sul, os patos não emitem sons altos, têm o corpo mais achatado e mantêm-se a maior parte do seu tempo em posição horizontal. Já os marrecos têm origem no hemisfério norte, possuem o corpo mais cilíndrico e são mais verticalizados, ficando com uma postura mais empinada. Uma característica bem fácil para diferenciá-los são os seus bicos; enquanto os patos têm bico mais pontudo e afinado, os marrecos possuem bico mais chato e largo.

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por Inverno Studio

 

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Resgatando brincadeiras e diversão

O inverno é muito bom para tomar chocolate quente, ficar embaixo das cobertas e assistir um bom filme. O lado ruim é que alguns dias são tão frios e chuvosos que não é possível brincar no pátio da escola ou de casa. Mas podemos aproveitar essa oportunidade para resgatar algumas brincadeiras muito divertidas que nem lembramos mais.

As Cinco Marias são muito antigas; com origem na Grécia, a brincadeira era um clássico na infância dos nossos avós. A diversão começa já na confecção: você pode procurar cinco pedrinhas de tamanho e peso aproximado ou fazer saquinhos de tecido, com medida de 4cm por 3cm aproximadamente, e recheá-los com arroz, ou feijão, ou farinha, ou areia. Depois de prontos os saquinhos, começa a brincadeira!

  • Jogue todos os saquinhos no chão e escolha um deles para pegar sem tocar nas outras marias.
  • Jogue para cima o saquinho escolhido e, enquanto ele está no ar, pegue outro sem encostar nos demais. Segure o saquinho na volta com a mesma mão sem que ele caia chão.
  • Na próxima rodada, jogue os dois saquinhos para cima e pegue mais um. Siga esta mesma lógica até pegar todas as cinco marias.
  • Na última etapa, jogue os cinco saquinhos no chão e pegue um sem tocar nos demais; com a outra mão, forme um túnel. Você deve passar os quatro saquinhos restantes através dele – um por vez – enquanto o saquinho escolhido estiver lançado ao ar.
  • Se, em algum momento, o jogador encostar em um saquinho indesejado ou deixar cair a maria no chão, passa a vez para o próximo participante. A brincadeira pode ser um desafio entre inúmeros amigos.

Outra brincadeira simples e divertida é o Pé de Lata. Para confeccionar, basta escolher duas latas bem resistentes de um mesmo produto e prendê-las com cordas ou barbantes, formando alças. Depois de pronto, suba nas latas e segure as alças com as mãos. Você pode passear pela casa, apostar corridas com seus amigos e deixar a imaginação fluir. A Caça ao Tesouro também pode ser uma opção muito legal para dias chuvosos. Basta esconder um objeto em algum lugar da casa e desafiar seus amigos a encontrar. Você pode dar pistas como está quente ou está frio. Vence quem encontrar o objeto primeiro.

A mímica é uma brincadeira clássica e que não precisa de nada além da imaginação para provocar boas risadas. As mímicas podem ser feitas sobre animais, cidades, comida e até nomes de filmes e de músicas. Divida seus amigos em dois grupos e inicie a diversão. O grupo que adivinhar mais mímicas é o vencedor. O Passa Anel também é uma brincadeira que precisa de poucos recursos: basta ter um anel e vários amigos. Uma pessoa irá colocar o anel entre as palmas das mãos e fechá-las. As outras pessoas da roda mantêm as mãos na mesma posição, e abrem somente quando quem está passando o anel chegar a sua frente. Quando o passador do anel mostrar as mãos vazias, deve escolher um participante para adivinhar com quem está o anel. Se ele acertar, torna-se o novo passador de anel e segue a brincadeira!

Existem várias brincadeiras superdivertidas que ficaram um pouco esquecidas. Então que tal aproveitar o friozinho para deixar a criatividade fluir?

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por Inverno Studio
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Quadrilha e bandeirinhas: as tradições de junho

Junho, além do dia dos namorados e da chegada do inverno, é lembrado pelas festas juninas. A tradição de comemorar esse período do ano começou na Idade Média, quando o mês era celebrado em virtude dos dias dos santos populares: Santo Antônio, no dia 13, São João, no dia 24, e São Pedro, no dia 29. A comemoração também estava vinculada à chegada do solstício de verão no hemisfério norte, já que era o período de colheita do milho e, portanto, de agradecer aos santos por isso.

As tradições juninas vieram para o Brasil com a elite portuguesa. Uma delas foi a dança de salão francesa formada por quatro pares: a quadrille. A dança veio para o Brasil e foi absorvida e mesclada com outras danças típicas daqui, sendo denominada quadrilha. As tradições das festas juninas foram incorporadas principalmente no nordeste do Brasil, onde perduram o mês todo e são visitadas por milhares de turistas que buscam danças e comidas típicas da região.

A festa junina também é lembrada pelo cardápio característico. Ele está associado com a origem da comemoração; como a celebração acontecia em razão da colheita do milho, muitas das comidas da festa tem como base o cereal: pamonhas, bolo de milho, curau, pipoca, milho cozido, canjica. No Brasil, outras delícias entraram para o cardápio, como rapadura, pé-de-moleque, cocada, rosca de polvilho. Aqui no Rio Grande do Sul, também adicionamos o pinhão. Mas o que realmente não falta no cardápio de uma festa junina é o quentão, que aquece as noites frias de junho.

A festa junina tem muitas brincadeiras clássicas e superdivertidas como o pau de sebo, o correio elegante, a pescaria, a corrida de saco, o casamento caipira, a cadeia e a corrida com o ovo na colher. Outra tradição junina fica por conta de decoração: bandeirinhas supercoloridas não podem faltar. Não se esqueça de pregar alguns retalhos na roupa, para ficar no clima da festança!

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por Inverno Studio
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Turismo: valorização em forma de carinho

No mês de junho, comemoramos o Dia do Turista. O turismo é uma das principais atividades econômicas do Brasil, já que o nosso país tem inúmeros pontos turísticos conhecidos internacionalmente como, por exemplo, o Corcovado, no Rio de Janeiro, o Pelourinho, na Bahia, e as praias paradisíacas de Fernando de Noronha, em Pernambuco. O turista tem um papel importante para as cidades. Além de movimentar a economia, a presença dele valoriza os lugares visitados e reconhece a importância do trabalho de quem lá está

No Rio Grande do Sul, temos uma das cidades mais turísticas do Brasil: Gramado é planejada para receber os visitantes que querem conhecer um pouco mais da Serra Gaúcha e curtir as temperaturas baixas do inverno. A cidade recebe cerca de 2,5 milhões de turistas ao longo do ano e é o destino mais procurado no estado.

Porto Alegre também é uma das cidades mais importantes na rota turística do Brasil. Por ser a capital do Rio Grande do Sul, é um destino procurado por muitos visitantes que querem conhecer um pouco da cultura gaúcha. A cidade é lembrada pelo seu belo pôr-do-sol no Guaíba, pelo Mercado Público e o Centro Histórico, pelo museu Iberê Camargo, pela Casa de Cultura Mário Quintana e pelo Parque da Redenção. A cidade inteira é linda e cheia de lugares especiais, mas nós somos encantados pela zona rural.

O turismo na zona rural de grandes cidades é muito importante. Quando conhecemos um pouco da zona rural da nossa cidade, compreendemos a importância desta para a economia local, já que nos aproximamos dos pequenos produtores e reestabelecemos os nossos laços com a natureza. Na zona rural porto-alegrense existem muitos lugares interessantes para se conhecer: vinícolas, cabanhas, lugares que produção produzem alimentos orgânicos e espaços para praticar arborismo.

Escolher a zona rural como destino turístico é reconhecer sua importância para o funcionamento da cidade, além de ser um grande incentivo para quem se dedica em preservá-la. Estamos te esperando!
 

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por Inverno Studio
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O pequeno construtor

O joão-de-barro é conhecido por ser um passarinho muito inteligente e trabalhador. Seu ninho parece uma casinha e tem até divisões internas dentro dele. O joão-de-barro constrói um ninho novo por ano, mas pode fazer mais de um ao mesmo tempo. Ele trabalha mais em períodos úmidos, em razão da disponibilidade de barro fresco para a construção do ninho.

Nativo da Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai, o joão-de barro é conhecido em cada região por um nome: amassa-barro, barreiro, forneiro, maria-de-barro, oleiro. Mas não é só o nome que muda de acordo com a região. Ao sul, ele tende a ter cores mais acinzentadas e é de menor porte; já ao norte, o joão-de-barro tem cores mais vivas, em tons avermelhados, além de ter uma maior estatura.

O furnarius rufus , nome científico do joão-de-barro, é encontrado em maior quantidade no sul da América do Sul. Em virtude disso, ele virou o a ave símbolo da Argentina em 1928. Por lá, ele é conhecido como honero.

O ninho do joão-de-barro é construído pelo casal de passarinhos. Os casais dessa espécie tendem a ficar juntos por toda a vida. Eles levam até 18 dias para construir o ninho que tem de 17 a 30cm e pode pesar até 12kg. Quando finalizam, a fêmea coloca de 3 a 4 ovos e protege seus filhotes dentro do ninho até que estes possam sair. O joão-de-barro prefere os galhos mais baixos de árvores e troncos secos para se aninhar; no entanto, na cidade, são comumente vistos em postes da rede elétrica.

Várias lendas cercam o joão-de-barro. Uma delas diz que, quando a fêmea é infiel, o macho tranca a saída do ninho até que a fêmea morra, mas isso não é comprovado. Outra história é a respeito da cidade de Sobradinho. A lenda diz que um viajante, quando passava pela cidade, encontrou um joão-de-barro construindo seu ninho. Este lhe falou que o construiria em forma de um Sobradinho, em razão das grandes casas de fazendas da região. Esse encontro do viajante com o joão-de-barro teria dado nome à cidade.

Aqui no Sítio do Mato, muitas vezes recebemos a visita desse ilustre passarinho, que constrói seu ninho com muito zelo nas nossas árvores e cercas.

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Amora: colorida e deliciosa

Quem nunca pintou os dedos de roxo comendo amora? A frutinha é uma delícia e não precisa de muitos cuidados para florescer. A amoreira é nativa da Ásia, América do Norte e América do Sul. Adapta-se muito bem ao Brasil em virtude do clima subtropical, preferindo os períodos mais frios e os solos profundos e úmidos.

Existem várias espécies de amora: Rubus rosifolius, a amora vermelha, é a que nasce com mais facilidade no Brasil.A preta é conhecida cientificamente como Morus nigra, e é amais comercializada por aqui. Por fim, a amora branca – Morus alba – é cultivada para servir de alimento para o bicho-da-seda.

Originário da China, o bicho-da-seda alimenta-se exclusivamente das folhas da amoreira branca. Em sua fase como larva, com duração de aproximadamente um mês, o bichinho secreta um fio para fazer seu casulo. Ele vai enrolando o fio ao redor do corpo até fechar o casulo. O fio do casulo é a fonte para a produção da seda.

A amora é formada por vários pequenos frutos redondos agregados e, como todas as frutas, faz muito bem para a nossa saúde. Ela tem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e ainda traz benefícios para as cordas vocais e para o combate à osteoporose. Os frutos demoram cerca de um ano após o plantio para nascer. Por isso, não perde tempo para plantar a tua amoreira e pintar as mãos de roxo. Enquanto ela não floresce, vem visitar o Sítio do Mato e colher essa e muitas outras frutinhas direto do pé!

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por Inverno Studio
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Do jardim para a mesa

É possível fazer uma salada de flores? Se você acha que não, conheça a capuchinha.  A Tropaeolum majus L. (nomenclatura científica da capuchinha), quando cultivada sem o uso de agrotóxicos ou produtos químicos, é comestível. Ela tem o sabor picante, semelhante ao do agrião, e pode ser utilizada em várias receitas na cozinha.

A capuchinha leva de 7 a 21 dias para germinar, floresce entre 6 e 8 semanas após o plantio e pode atingir até 30cm de altura. Ela pode ser plantada em floreiras, vasos, jardins e hortas, desde que seja um local bem iluminado.

O consumo da capuchinha traz alguns benefícios para a nossa saúde. Ela pode ser usada no tratamento de escorbuto – doença causada em razão da ausência de vitamina C no organismo. Também é útil na função antisséptica, diurética e no tratamento de problemas respiratórios e urinários. Inclusive, é chamada também de flor-do-sangue por auxiliar a combater a anemia. A capuchinha ainda pode ser conhecida como chagas e agrião-do-méxico.

Além dos benefícios para a nossa saúde, plantar capuchinha também é uma maneira de proteger a terra porque ela é resistente à seca e conserva a umidade. Uma dica para plantar em vaso é, nos primeiros dias, deixá-la em um local com sombra. Depois que a planta vingar, basta escolher um lugar bem iluminado e garantir o solo úmido para que ela floresça.

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por Inverno Studio
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Mãos sujas de terra e alimento fresquinho

Sabia que não é necessário ter um quintal para poder ter uma horta em casa? Se você mora em apartamento, as hortas verticais e os pequenos vasos são uma boa opção para colher um alimento fresquinho e saudável a qualquer momento. Uma alimentação composta por frutas e legumes é fundamental para manter a saúde. Devemos sempre buscar saber a origem do alimento que está na nossa mesa e optar pelos frescos e orgânicos. Para isso, nada melhor do que ter na própria horta as frutas, os legumes e os temperos que preferimos.

Aqui no Sítio do Mato, temos uma horta cuidada com muito carinho. Quando fazemos uma boa salada, podemos buscar a alface mimosa e a chicória no nosso quintal. Para temperar os alimentos, temos plantado manjericão, orégano fresco, cebolinha verde. Na nossa horta também tem a hortelã, ótima para fazer um bom chá.

O primeiro passo para fazer sua própria horta é escolher um lugar bem iluminado. O local deve receber cerca de cinco horas de sol por dia, preferencialmente pela manhã. A dica para as plantinhas vingarem é escolher mudas que tenham as raízes mais curtas e que se adaptem melhor a vasos, como alface, rúcula, alecrim, manjericão, orégano, ou, até mesmo, frutas pequenas como o tomate-cereja. Não se esqueça de regar periodicamente suas mudas para que elas cresçam saudáveis.

Além de colher um alimento fresco e livre de agrotóxicos, ter sua horta em casa é uma excelente oportunidade para desenvolvermos uma relação com a terra e com aquilo que consumimos.

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por Inverno Studio