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Vem conhecer a Zona Rural!

Estamos preparando um projeto para te mostrar uma parte muito especial de Porto Alegre: a Zona Rural! Abre um espacinho na agenda que logo logo você será convidado a passar o dia com a gente conhecendo essa região tão importante para a cidade e descobrindo tudo que ela oferece, do lazer à produção de alimentos orgânicos.

Trabalhamos com Caminhos Rurais há bastante tempo, mas, normalmente, com grupos fechados ou com escolas. Agora a Sítio do Mato Turismo prepara roteiros de Caminhos Rurais abertos ao público. Em breve daremos mais informações!

O que você quer saber sobre o Sítio do Mato? Deixe um comentário com a sua sugestão!

por Inverno Studio
Divulgação Prefeitura de Torres-Neuza Luzz

Vamos para a praia?

Guarda-sol, diversão, crepe e picolé. Tudo isso tem na praia de Torres, aquela bem na divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina, lembra? Mas Torres também tem o Rio Mampituba, a formação rochosa e muita história.

Seja verão, seja inverno, a Sítio do Mato Turismo visita a praia para conhecer um pouco mais a cidade e o que está em volta dela. Aprendemos que a divisão entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina é marcada pelo Rio Mampituba; de um lado está Torres, cidade gaúcha, e do outro, Passo de Torres, cidade catarinense. Mampituba é um nome de origem tupi-guarani, significa “rio de muitas curvas”.

A relação com os indígenas continua. Os primeiros habitantes de Torres foram índios Guaranis Carijós. Eles permaneceram na região até o ano de 1600 aproximadamente, vivendo da pesca, da caça e de práticas agrícolas.

Descobrimos também que o Morro do Farol, o Morro das Furnas e o Morro da Guarita fazem parte de uma formação geológica de rochas magmáticas, originárias de derramamentos de lava vulcânica que aconteceram há milhões de anos. São formados por arenito e por basalto e marcam o início da Serra Geral. Mas Torres ainda tem muito para nos ensinar; sobre lendas, história, lagoas e rochas.

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por Inverno Studio

Credito da foto: divulgação Prefeitura de Torres/Neuza Luzz

Sítio_falsa baiana

Já brincou de falsa baiana?

Sítio_falsa baianaAqui no Sítio, é uma das brincadeiras mais tradicionais. São cabos ou cordas presos em árvores,  formando um caminho entre elas. Em um cabo você coloca os pés, no outro, você se segura com as mãos, fazendo a travessia. Assim vamos brincando com o equilíbrio enquanto ficamos bem pertinho das árvores.

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por Inverno Studio
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Transformando lixo em adubo

Em vez de deixar o lixo poluir o solo, podemos utilizá-lo para gerar nutrientes para a terra. O processo é bem simples, basta transformá-lo em adubo com a ajuda de uma composteira. Temos uma no Sítio e você também pode preparar a sua em casa, até mesmo no apartamento.

A compostagem é o processo de transformação de matéria orgânica – restos de comida, resíduos de jardim e esterco de animais – em adubo orgânico. A produção do adubo acontece naturalmente com a decomposição dos resíduos. O mais legal é que podemos dar um destino útil para parte do lixo que produzimos em casa, evitando o acumulo e a contaminação. O adubo produzido pode ser utilizado em hortas, em plantas ou em gramados, deixando-os fortes e saudáveis.

Para preparar a composteira, é preciso intercalar resíduos úmidos com resíduos secos. Ou seja, colocar camadas de restos de alimentos e de cascas entre camadas de folhas, de galhos e de grama cortada. A sugestão é colocar uma parte de compostos úmidos a cada duas partes de secos, assim a composteira não criará chorume, aquele líquido que muitas vezes se acumula no fundo da lixeira. Para saber se a umidade está correta, pegue um punhadinho do composto e aperte, se sair líquido, está muito úmido e você precisará colocar mais folhas, se estiver muito seco você pode colocar água.

A composteira não tem cheiro, pois a decomposição acontece em um processo aeróbico, aquele que utiliza o oxigênio. Mas, para que o ar entre na mistura, é preciso revirar os compostos uma vez por semana. No Sítio, a composteira é cercada por paredes de madeira, ocupando um espaço maior. Na sua casa, você pode utilizar um balde ou um pote com tamanho proporcional à quantidade de resíduos que produz, uma sugestão é cobrir com uma telinha, para permitir a entrada de ar, tão importante.

Não há um tempo exato para a transformação dos resíduos em adubo. A média é em torno de três meses. Porém, o ideal é prestar atenção ao aspecto do composto, o que antes eram resíduos passam a ficar com aparência de terra, macia e cheia de nutrientes.

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por Inverno Studio
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Nishikigoi: A Japonesa do Sítio

O açude aqui do Sítio tem lambari, jundiá, tartaruga. Mas tem também um bichinho que chama atenção pela cor forte que tem: a carpa japonesa. Ela é muito conhecida assim, mas, na verdade, o nome é carpa nishikigoi: uma das cerca de 200 variedades de carpas da espécie Cyprinus carpia que existem.

A classificação é feita pelas cores e pelas estampas, entre outras características. Esses peixes podem viver até 70 anos, são pacíficos e representam sucesso na cultura japonesa. Outra curiosidade é que elas crescem de acordo com o tamanho do lugar onde vivem: se o espaço for pequeno, ficam menores, se for grande, crescem mais.

Na natureza, alimentam-se de minhocas, de larvas, de insetos e de caramujos. Quando são criadas em açudes ou em tanques, podemos oferecer rações especiais preparadas especialmente para elas.

Além de se alimentar, as nishikigoi precisam respirar assim como a gente. A diferença é que respiram o oxigênio que está na água enquanto nós, o que está no ar. Quando você vê pequenas quedas de água em aquários ou lá no açude do Sítio, não pense que servem apenas para fazer aquele barulhinho gostoso; o objetivo é movimentar a água do lago, liberando mais oxigênio para os peixes.

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por Inverno Studio
Festa da Uva e da Ameixa

Festa da Uva e da Ameixa: últimos dias

Esse é o último final de semana da 24ª Festa da Uva e da Ameixa, dias 17 e 18. A Festa está de volta à Praça de Belém Velho e acontece das 10h às 20h. Além das diversas bancas e da possibilidade de comprar as frutas direto do produtor, você pode conhecer a história da região. É só encontrar o Mauri a partir das 16h na Capela Nossa Senhora de Belém.

A Festa conta com oito bancas de frutas. É possível encontrar pêssego, melão e figo, além de outros produtos relacionados, mas, é claro, o destaque é para as uvas e para as ameixas. Artesãos locais também estão presentes expondo seu trabalho em outras três bancas.

Uma das opções para aproveitar a Festa é pegar o Linha Turismo Zona Sul. Assim você conhece a região e visita a Praça de Belém por cerca de 15 minutos, parada realizada especialmente para a Festa da Uva e da Ameixa. As saídas acontecem em frente à Secretaria Municipal de Turismo. Mais informações sobre o passeio aqui.

Durante a Festa, o final da linha da lotação Glória é na Praça de Belém, então não há desculpa para não ir. Esperamos você lá!

por Inverno Studio

Abelha sem ferrão

Abelhas nativas não têm ferrão

Imagine uma abelha. Se você pensou em uma listradinha de preto e amarelo com ferrão no fim do corpo, saiba que esse não é o único tipo que existe, inclusive, essa espécie de abelhas nem é brasileira. Nativas daqui são as abelhas sem ferrão. Entre elas, existem mais de 400 espécies, cada uma com tamanhos e cores diferentes.

Esses insetos são superimportantes para a manutenção da vida no planeta. São as abelhas que polinizam as plantas: as operárias buscam alimento nas flores e, ao mesmo tempo, possibilitam a fertilização cruzada , ou seja, levam o pólen de uma flor para a outra, colaborando com o surgimento de novas plantinhas. As abelhas sem ferrão são responsáveis pela polinização de até 90% das árvores nativas.

Abelhas sem ferrãoAbelhas sem ferrãoAbelhas sem ferrão

 

Nós montamos caixinhas para que elas construam seus ninhos, mas, na natureza, sem a interferência dos homens, as abelhas sem ferrão vivem em troncos de árvores, em fendas no solo ou nas pedras. Por isso, queimadas e desmatamentos, entre outros fatores, dificultam sua sobrevivência, deixando-as próximas do desaparecimento. Naturalmente, existem predadores que se alimentam das abelhas, como aranhas, formigas, passarinhos, répteis e, até mesmo, abelhas maiores.

Abelha indígena é outro nome dado às abelhas sem ferrão, pois, tradicionalmente, eram manejadas pelos índios. Cada espécie do inseto produz um tipo de mel com sabor e textura diferentes, sendo armazenado por elas em pequenos potes feitos de cera. No Sítio, são criadas a Abelha Mirim, cujo nome científico é Trigona mínima, e a Jataí, chamada Tetragonisca angustula.

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por Inverno Studio
Boas Festas

Boas Festas!

Aqui não tem neve nem trenó, mas tem todas as coisas boas que aquele velhinho de barba comprida e roupa vermelha representa, e não são só presentes!

Desejamos um natal muito feliz e estamos contentes por estar pertinho de vocês!

2014 foi um ano muito legal para o Sítio do Mato e para a Sítio do Mato Turismo. Agradecemos a parceria de todos e esperamos te ver em 2015! Um ano novo de sucesso e felicidade!

Abraços, equipe Sítio do Mato

Prontos para a diversão?

Prontos para a diversão?

As férias já estão chegando; para alguns, até já começaram. É hora, então, de aproveitar bastante e de se divertir! As crianças um pouco maiores têm um período sem aulas, enquanto as pequeninas continuam frequentando a escola ou a creche. Indo ou não à sala de aula, o verão é uma época destinada à diversão, em que brincamos com os amigos, passeamos e realizamos novas atividades. Para aproveitar bem os próximos meses, pensamos em algumas dicas.

Aproveite para brincar ao ar livre, jogar bola, pular corda. Mas faço isso antes das 10h ou depois das 16h, evitando o horário em que o sol é mais forte e sempre usando filtro solar. Entre as 10h e as 16h, você pode jogar jogos de tabuleiro, ler um livro ou uma revista em quadrinhos, jogar vídeo game, são diversas opções. O legal é variar a brincadeira.

Experimente novas frutas e descubra como elas também são refrescantes e levinhas, dando disposição para brincar bastante. Convide seus pais e amigos para fazer aqueles passeios que nunca dá tempo ao longo do ano, como ir ao teatro e ao cinema, visitar museus, sair para andar de bicicleta no parque. Lembre-se também de usar roupas leves e de beber muita água.

Visitar o Sítio do Mato também é uma opção, principalmente para os alunos de educação infantil que continuam indo à escola. Que tal vir tomar um banho de mangueira com a turma e fazer um passeio divertido, cheio de brincadeiras? Para quem está em casa, o jeito é conversar com a família, reunir tios, tias, primos, primas, amigos e amigas e locar o Sítio por um dia! É só pedir para um adulto ligar para a gente e agendar a visita!

Aproveite bem as férias!

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por Inverno Studio
Crédito da foto: Caio Webber
Crédito da foto: Joel Vargas/PMPA

Vamos saber mais sobre o Mercado Público?

Em 1º de janeiro de 1870, o Mercado Público abriu as portas, mas continuou em obras por mais um ano até ser finalizado. Nesse momento, só existia o térreo; o segundo andar foi construído apenas em 1910, seguindo as características originais do prédio. No início, o novo andar foi ocupado prioritariamente por repartições públicas, seguradoras, escritórios comerciais e bancas de advogados. A construção do Mercado Público está relacionada com a consolidação do porto de Porto Alegre como canal de importação e de exportação de mercadorias depois do final da Revolução Farroupilha.

Quer descobrir algumas curiosidades sobre o Mercado?

Mercado Central

O Mercado Público não é o primeiro mercado da cidade de Porto Alegre. Antes dele, em meados do século XVIII, foi construído o Mercado Central. A construção aconteceu, pois já havia um mercado informal a céu aberto reunindo vendedores dos mais diversos tipos de produtos, desde animais vivos até alimentos.

Como a desorganização incomodava os governantes e a construção de um mercado representaria o progresso da cidade, foi dada a ordem para a construção do prédio. Com uma estrutura bastante simples, o Mercado Central ficou pronto em 1844. O prédio foi derrubado um ano depois da abertura do Mercado Público.

Pedra fundamental

Dentro da pedra fundamental do Mercado Público, enterrada na esquina das avenidas Borges de Medeiros e Júlio de Castilhos, estão alguns objetos ligados à ocasião. Lá estão cinco moedas circulantes na época, um pergaminho mencionando o ato e quatro jornais da data em que a pedra foi enterrada, dia 29 de setembro de 1864.  Os jornais são o Mercantil, o Correio do Sul, o Jornal do Comércio e o Deutsche Zeitung.

O Bará

Existe a crença religiosa de que, no centro do Mercado Público, está assentado o Bará, orixá dos caminhos cruzados e das encruzilhadas. Sendo também o orixá protetor dos espaços fora dos templos, o Bará protegeria o Mercado. O assentamento é uma cerimônia em que um objeto, chamado ocultá, é enterrado no local a ser protegido, pode ser uma pedra ou um pedaço de madeira. Segundo a crença, o devoto deve depositar sete moedas no local em que o Bará está assentado a cada graça alcançada, por isso, muitas vezes, encontramos moedas na encruzilhada no centro do Mercado Público.

O Mercado Público é um dos lugares que podem ser visitados durante viagens pedagógicas da Sítio do Mato Turismo.

por Inverno Studio
Crédito da foto: Joel Vargas/PMPA