O Coelho da Páscoa Passou por Aqui!

 

Falta um mês para a Páscoa! O Coelhinho já começou os preparativos, afinal, faltam só 31 dias até chegar essa data tão deliciosa! Já o vimos passar pelo Sítio algumas vezes e convidamos você e seus amigos para procurá-lo com a gente.

A busca pelo Coelhinho acontece durante o Projeto de Páscoa, em que seguimos os rastros deixados por ele. No caminho, conhecemos outros animais e podemos compará-los com os coelhos, entendendo suas diferenças e semelhanças, do que se alimentam e quais seus hábitos.

A partir dos ovos de chocolate, deixados pelo Coelhinho, descobrimos quais animais podem botar ovos de verdade e como eles são. Normalmente, o Coelhinho da Páscoa passa pela horta para matar a fome, então podemos ir lá espiar o que ele comeu e experimentar também.

No final do passeio, além de aprender sobre os animais e diversas outras curiosidades, a turma leva os ovinhos de chocolate deixados pelo Coelhinho e recebe uma surpresa!

Os agendamentos já começaram!

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por Inverno Studio
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Boas Aulas!

As férias terminam, mas muitas coisas boas acontecem com a volta às aulas: reencontrar os amigos, conhecer os novos colegas e professores, aprender matérias novas, fazer diferentes passeios!

Desejamos uma ótima volta às aulas aos alunos, professores e funcionários de cada escola e, claro, para todos que trabalham com a gente aqui no Sítio!

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Vem conhecer a Zona Rural!

Estamos preparando um projeto para te mostrar uma parte muito especial de Porto Alegre: a Zona Rural! Abre um espacinho na agenda que logo logo você será convidado a passar o dia com a gente conhecendo essa região tão importante para a cidade e descobrindo tudo que ela oferece, do lazer à produção de alimentos orgânicos.

Trabalhamos com Caminhos Rurais há bastante tempo, mas, normalmente, com grupos fechados ou com escolas. Agora a Sítio do Mato Turismo prepara roteiros de Caminhos Rurais abertos ao público. Em breve daremos mais informações!

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Divulgação Prefeitura de Torres-Neuza Luzz

Vamos para a praia?

Guarda-sol, diversão, crepe e picolé. Tudo isso tem na praia de Torres, aquela bem na divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina, lembra? Mas Torres também tem o Rio Mampituba, a formação rochosa e muita história.

Seja verão, seja inverno, a Sítio do Mato Turismo visita a praia para conhecer um pouco mais a cidade e o que está em volta dela. Aprendemos que a divisão entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina é marcada pelo Rio Mampituba; de um lado está Torres, cidade gaúcha, e do outro, Passo de Torres, cidade catarinense. Mampituba é um nome de origem tupi-guarani, significa “rio de muitas curvas”.

A relação com os indígenas continua. Os primeiros habitantes de Torres foram índios Guaranis Carijós. Eles permaneceram na região até o ano de 1600 aproximadamente, vivendo da pesca, da caça e de práticas agrícolas.

Descobrimos também que o Morro do Farol, o Morro das Furnas e o Morro da Guarita fazem parte de uma formação geológica de rochas magmáticas, originárias de derramamentos de lava vulcânica que aconteceram há milhões de anos. São formados por arenito e por basalto e marcam o início da Serra Geral. Mas Torres ainda tem muito para nos ensinar; sobre lendas, história, lagoas e rochas.

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Credito da foto: divulgação Prefeitura de Torres/Neuza Luzz

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Já brincou de falsa baiana?

Sítio_falsa baianaAqui no Sítio, é uma das brincadeiras mais tradicionais. São cabos ou cordas presos em árvores,  formando um caminho entre elas. Em um cabo você coloca os pés, no outro, você se segura com as mãos, fazendo a travessia. Assim vamos brincando com o equilíbrio enquanto ficamos bem pertinho das árvores.

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Transformando lixo em adubo

Em vez de deixar o lixo poluir o solo, podemos utilizá-lo para gerar nutrientes para a terra. O processo é bem simples, basta transformá-lo em adubo com a ajuda de uma composteira. Temos uma no Sítio e você também pode preparar a sua em casa, até mesmo no apartamento.

A compostagem é o processo de transformação de matéria orgânica – restos de comida, resíduos de jardim e esterco de animais – em adubo orgânico. A produção do adubo acontece naturalmente com a decomposição dos resíduos. O mais legal é que podemos dar um destino útil para parte do lixo que produzimos em casa, evitando o acumulo e a contaminação. O adubo produzido pode ser utilizado em hortas, em plantas ou em gramados, deixando-os fortes e saudáveis.

Para preparar a composteira, é preciso intercalar resíduos úmidos com resíduos secos. Ou seja, colocar camadas de restos de alimentos e de cascas entre camadas de folhas, de galhos e de grama cortada. A sugestão é colocar uma parte de compostos úmidos a cada duas partes de secos, assim a composteira não criará chorume, aquele líquido que muitas vezes se acumula no fundo da lixeira. Para saber se a umidade está correta, pegue um punhadinho do composto e aperte, se sair líquido, está muito úmido e você precisará colocar mais folhas, se estiver muito seco você pode colocar água.

A composteira não tem cheiro, pois a decomposição acontece em um processo aeróbico, aquele que utiliza o oxigênio. Mas, para que o ar entre na mistura, é preciso revirar os compostos uma vez por semana. No Sítio, a composteira é cercada por paredes de madeira, ocupando um espaço maior. Na sua casa, você pode utilizar um balde ou um pote com tamanho proporcional à quantidade de resíduos que produz, uma sugestão é cobrir com uma telinha, para permitir a entrada de ar, tão importante.

Não há um tempo exato para a transformação dos resíduos em adubo. A média é em torno de três meses. Porém, o ideal é prestar atenção ao aspecto do composto, o que antes eram resíduos passam a ficar com aparência de terra, macia e cheia de nutrientes.

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Nishikigoi: A Japonesa do Sítio

O açude aqui do Sítio tem lambari, jundiá, tartaruga. Mas tem também um bichinho que chama atenção pela cor forte que tem: a carpa japonesa. Ela é muito conhecida assim, mas, na verdade, o nome é carpa nishikigoi: uma das cerca de 200 variedades de carpas da espécie Cyprinus carpia que existem.

A classificação é feita pelas cores e pelas estampas, entre outras características. Esses peixes podem viver até 70 anos, são pacíficos e representam sucesso na cultura japonesa. Outra curiosidade é que elas crescem de acordo com o tamanho do lugar onde vivem: se o espaço for pequeno, ficam menores, se for grande, crescem mais.

Na natureza, alimentam-se de minhocas, de larvas, de insetos e de caramujos. Quando são criadas em açudes ou em tanques, podemos oferecer rações especiais preparadas especialmente para elas.

Além de se alimentar, as nishikigoi precisam respirar assim como a gente. A diferença é que respiram o oxigênio que está na água enquanto nós, o que está no ar. Quando você vê pequenas quedas de água em aquários ou lá no açude do Sítio, não pense que servem apenas para fazer aquele barulhinho gostoso; o objetivo é movimentar a água do lago, liberando mais oxigênio para os peixes.

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Festa da Uva e da Ameixa

Festa da Uva e da Ameixa: últimos dias

Esse é o último final de semana da 24ª Festa da Uva e da Ameixa, dias 17 e 18. A Festa está de volta à Praça de Belém Velho e acontece das 10h às 20h. Além das diversas bancas e da possibilidade de comprar as frutas direto do produtor, você pode conhecer a história da região. É só encontrar o Mauri a partir das 16h na Capela Nossa Senhora de Belém.

A Festa conta com oito bancas de frutas. É possível encontrar pêssego, melão e figo, além de outros produtos relacionados, mas, é claro, o destaque é para as uvas e para as ameixas. Artesãos locais também estão presentes expondo seu trabalho em outras três bancas.

Uma das opções para aproveitar a Festa é pegar o Linha Turismo Zona Sul. Assim você conhece a região e visita a Praça de Belém por cerca de 15 minutos, parada realizada especialmente para a Festa da Uva e da Ameixa. As saídas acontecem em frente à Secretaria Municipal de Turismo. Mais informações sobre o passeio aqui.

Durante a Festa, o final da linha da lotação Glória é na Praça de Belém, então não há desculpa para não ir. Esperamos você lá!

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Abelha sem ferrão

Abelhas nativas não têm ferrão

Imagine uma abelha. Se você pensou em uma listradinha de preto e amarelo com ferrão no fim do corpo, saiba que esse não é o único tipo que existe, inclusive, essa espécie de abelhas nem é brasileira. Nativas daqui são as abelhas sem ferrão. Entre elas, existem mais de 400 espécies, cada uma com tamanhos e cores diferentes.

Esses insetos são superimportantes para a manutenção da vida no planeta. São as abelhas que polinizam as plantas: as operárias buscam alimento nas flores e, ao mesmo tempo, possibilitam a fertilização cruzada , ou seja, levam o pólen de uma flor para a outra, colaborando com o surgimento de novas plantinhas. As abelhas sem ferrão são responsáveis pela polinização de até 90% das árvores nativas.

Abelhas sem ferrãoAbelhas sem ferrãoAbelhas sem ferrão

 

Nós montamos caixinhas para que elas construam seus ninhos, mas, na natureza, sem a interferência dos homens, as abelhas sem ferrão vivem em troncos de árvores, em fendas no solo ou nas pedras. Por isso, queimadas e desmatamentos, entre outros fatores, dificultam sua sobrevivência, deixando-as próximas do desaparecimento. Naturalmente, existem predadores que se alimentam das abelhas, como aranhas, formigas, passarinhos, répteis e, até mesmo, abelhas maiores.

Abelha indígena é outro nome dado às abelhas sem ferrão, pois, tradicionalmente, eram manejadas pelos índios. Cada espécie do inseto produz um tipo de mel com sabor e textura diferentes, sendo armazenado por elas em pequenos potes feitos de cera. No Sítio, são criadas a Abelha Mirim, cujo nome científico é Trigona mínima, e a Jataí, chamada Tetragonisca angustula.

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por Inverno Studio
Boas Festas

Boas Festas!

Aqui não tem neve nem trenó, mas tem todas as coisas boas que aquele velhinho de barba comprida e roupa vermelha representa, e não são só presentes!

Desejamos um natal muito feliz e estamos contentes por estar pertinho de vocês!

2014 foi um ano muito legal para o Sítio do Mato e para a Sítio do Mato Turismo. Agradecemos a parceria de todos e esperamos te ver em 2015! Um ano novo de sucesso e felicidade!

Abraços, equipe Sítio do Mato