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Nishikigoi: A Japonesa do Sítio

O açude aqui do Sítio tem lambari, jundiá, tartaruga. Mas tem também um bichinho que chama atenção pela cor forte que tem: a carpa japonesa. Ela é muito conhecida assim, mas, na verdade, o nome é carpa nishikigoi: uma das cerca de 200 variedades de carpas da espécie Cyprinus carpia que existem.

A classificação é feita pelas cores e pelas estampas, entre outras características. Esses peixes podem viver até 70 anos, são pacíficos e representam sucesso na cultura japonesa. Outra curiosidade é que elas crescem de acordo com o tamanho do lugar onde vivem: se o espaço for pequeno, ficam menores, se for grande, crescem mais.

Na natureza, alimentam-se de minhocas, de larvas, de insetos e de caramujos. Quando são criadas em açudes ou em tanques, podemos oferecer rações especiais preparadas especialmente para elas.

Além de se alimentar, as nishikigoi precisam respirar assim como a gente. A diferença é que respiram o oxigênio que está na água enquanto nós, o que está no ar. Quando você vê pequenas quedas de água em aquários ou lá no açude do Sítio, não pense que servem apenas para fazer aquele barulhinho gostoso; o objetivo é movimentar a água do lago, liberando mais oxigênio para os peixes.

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por Inverno Studio
Festa da Uva e da Ameixa

Festa da Uva e da Ameixa: últimos dias

Esse é o último final de semana da 24ª Festa da Uva e da Ameixa, dias 17 e 18. A Festa está de volta à Praça de Belém Velho e acontece das 10h às 20h. Além das diversas bancas e da possibilidade de comprar as frutas direto do produtor, você pode conhecer a história da região. É só encontrar o Mauri a partir das 16h na Capela Nossa Senhora de Belém.

A Festa conta com oito bancas de frutas. É possível encontrar pêssego, melão e figo, além de outros produtos relacionados, mas, é claro, o destaque é para as uvas e para as ameixas. Artesãos locais também estão presentes expondo seu trabalho em outras três bancas.

Uma das opções para aproveitar a Festa é pegar o Linha Turismo Zona Sul. Assim você conhece a região e visita a Praça de Belém por cerca de 15 minutos, parada realizada especialmente para a Festa da Uva e da Ameixa. As saídas acontecem em frente à Secretaria Municipal de Turismo. Mais informações sobre o passeio aqui.

Durante a Festa, o final da linha da lotação Glória é na Praça de Belém, então não há desculpa para não ir. Esperamos você lá!

por Inverno Studio

Abelha sem ferrão

Abelhas nativas não têm ferrão

Imagine uma abelha. Se você pensou em uma listradinha de preto e amarelo com ferrão no fim do corpo, saiba que esse não é o único tipo que existe, inclusive, essa espécie de abelhas nem é brasileira. Nativas daqui são as abelhas sem ferrão. Entre elas, existem mais de 400 espécies, cada uma com tamanhos e cores diferentes.

Esses insetos são superimportantes para a manutenção da vida no planeta. São as abelhas que polinizam as plantas: as operárias buscam alimento nas flores e, ao mesmo tempo, possibilitam a fertilização cruzada , ou seja, levam o pólen de uma flor para a outra, colaborando com o surgimento de novas plantinhas. As abelhas sem ferrão são responsáveis pela polinização de até 90% das árvores nativas.

Abelhas sem ferrãoAbelhas sem ferrãoAbelhas sem ferrão

 

Nós montamos caixinhas para que elas construam seus ninhos, mas, na natureza, sem a interferência dos homens, as abelhas sem ferrão vivem em troncos de árvores, em fendas no solo ou nas pedras. Por isso, queimadas e desmatamentos, entre outros fatores, dificultam sua sobrevivência, deixando-as próximas do desaparecimento. Naturalmente, existem predadores que se alimentam das abelhas, como aranhas, formigas, passarinhos, répteis e, até mesmo, abelhas maiores.

Abelha indígena é outro nome dado às abelhas sem ferrão, pois, tradicionalmente, eram manejadas pelos índios. Cada espécie do inseto produz um tipo de mel com sabor e textura diferentes, sendo armazenado por elas em pequenos potes feitos de cera. No Sítio, são criadas a Abelha Mirim, cujo nome científico é Trigona mínima, e a Jataí, chamada Tetragonisca angustula.

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por Inverno Studio
Boas Festas

Boas Festas!

Aqui não tem neve nem trenó, mas tem todas as coisas boas que aquele velhinho de barba comprida e roupa vermelha representa, e não são só presentes!

Desejamos um natal muito feliz e estamos contentes por estar pertinho de vocês!

2014 foi um ano muito legal para o Sítio do Mato e para a Sítio do Mato Turismo. Agradecemos a parceria de todos e esperamos te ver em 2015! Um ano novo de sucesso e felicidade!

Abraços, equipe Sítio do Mato

Prontos para a diversão?

Prontos para a diversão?

As férias já estão chegando; para alguns, até já começaram. É hora, então, de aproveitar bastante e de se divertir! As crianças um pouco maiores têm um período sem aulas, enquanto as pequeninas continuam frequentando a escola ou a creche. Indo ou não à sala de aula, o verão é uma época destinada à diversão, em que brincamos com os amigos, passeamos e realizamos novas atividades. Para aproveitar bem os próximos meses, pensamos em algumas dicas.

Aproveite para brincar ao ar livre, jogar bola, pular corda. Mas faço isso antes das 10h ou depois das 16h, evitando o horário em que o sol é mais forte e sempre usando filtro solar. Entre as 10h e as 16h, você pode jogar jogos de tabuleiro, ler um livro ou uma revista em quadrinhos, jogar vídeo game, são diversas opções. O legal é variar a brincadeira.

Experimente novas frutas e descubra como elas também são refrescantes e levinhas, dando disposição para brincar bastante. Convide seus pais e amigos para fazer aqueles passeios que nunca dá tempo ao longo do ano, como ir ao teatro e ao cinema, visitar museus, sair para andar de bicicleta no parque. Lembre-se também de usar roupas leves e de beber muita água.

Visitar o Sítio do Mato também é uma opção, principalmente para os alunos de educação infantil que continuam indo à escola. Que tal vir tomar um banho de mangueira com a turma e fazer um passeio divertido, cheio de brincadeiras? Para quem está em casa, o jeito é conversar com a família, reunir tios, tias, primos, primas, amigos e amigas e locar o Sítio por um dia! É só pedir para um adulto ligar para a gente e agendar a visita!

Aproveite bem as férias!

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por Inverno Studio
Crédito da foto: Caio Webber
Crédito da foto: Joel Vargas/PMPA

Vamos saber mais sobre o Mercado Público?

Em 1º de janeiro de 1870, o Mercado Público abriu as portas, mas continuou em obras por mais um ano até ser finalizado. Nesse momento, só existia o térreo; o segundo andar foi construído apenas em 1910, seguindo as características originais do prédio. No início, o novo andar foi ocupado prioritariamente por repartições públicas, seguradoras, escritórios comerciais e bancas de advogados. A construção do Mercado Público está relacionada com a consolidação do porto de Porto Alegre como canal de importação e de exportação de mercadorias depois do final da Revolução Farroupilha.

Quer descobrir algumas curiosidades sobre o Mercado?

Mercado Central

O Mercado Público não é o primeiro mercado da cidade de Porto Alegre. Antes dele, em meados do século XVIII, foi construído o Mercado Central. A construção aconteceu, pois já havia um mercado informal a céu aberto reunindo vendedores dos mais diversos tipos de produtos, desde animais vivos até alimentos.

Como a desorganização incomodava os governantes e a construção de um mercado representaria o progresso da cidade, foi dada a ordem para a construção do prédio. Com uma estrutura bastante simples, o Mercado Central ficou pronto em 1844. O prédio foi derrubado um ano depois da abertura do Mercado Público.

Pedra fundamental

Dentro da pedra fundamental do Mercado Público, enterrada na esquina das avenidas Borges de Medeiros e Júlio de Castilhos, estão alguns objetos ligados à ocasião. Lá estão cinco moedas circulantes na época, um pergaminho mencionando o ato e quatro jornais da data em que a pedra foi enterrada, dia 29 de setembro de 1864.  Os jornais são o Mercantil, o Correio do Sul, o Jornal do Comércio e o Deutsche Zeitung.

O Bará

Existe a crença religiosa de que, no centro do Mercado Público, está assentado o Bará, orixá dos caminhos cruzados e das encruzilhadas. Sendo também o orixá protetor dos espaços fora dos templos, o Bará protegeria o Mercado. O assentamento é uma cerimônia em que um objeto, chamado ocultá, é enterrado no local a ser protegido, pode ser uma pedra ou um pedaço de madeira. Segundo a crença, o devoto deve depositar sete moedas no local em que o Bará está assentado a cada graça alcançada, por isso, muitas vezes, encontramos moedas na encruzilhada no centro do Mercado Público.

O Mercado Público é um dos lugares que podem ser visitados durante viagens pedagógicas da Sítio do Mato Turismo.

por Inverno Studio
Crédito da foto: Joel Vargas/PMPA
Foto: Caio Webber

Dentro do ovo da galinha, sempre tem pintinho?

Não, nem sempre. A galinha bota ovos com e sem pintinhos. Para crescer um pintinho dentro do ovo é preciso que ele tenha sido fecundado pelo galo e que tenha sido chocado pela galinha. Entendeu? Vamos explicar melhor:

Fecundação é quando o espermatozoide encontra o óvulo, lá ele se desenvolve e o filhotinho é gerado. Nesse caso, o espermatozoide do galo encontra o óvulo da galinha que, depois, será o ovo como conhecemos. Quando a fecundação acontece, dizemos que o ovo foi galado.

PintinhosDepois que a galinha bota o ovo, já fecundado, ele precisa ser chocado para que o pintinho cresça. O choco é o período em que a galinha fica no ninho deixando todos quentinhos. Isso acontece durante 21 dias, a mãe vai virando ovo por ovo para que recebam calor em todos os lados.

De maneira geral, o ovo é formado pela clara e pela gema, envoltas em uma membrana, e pela casca. A gema é cheinha de minerais e de gorduras para alimentar o pintinho. A clara fornece a energia que ele precisa para crescer. A casca e a membrana, que é como uma pele bem fininha, têm furinhos muito pequenos por onde entra o oxigênio e sai o vapor de água liberado durante o desenvolvimento.

Para nascer, o pintinho empurra a cabeça rompendo a membrana. Lá ele encontra um espaço com ar ainda dentro do ovo. Esse ar é muito importante para o filhotinho respirar enquanto procura a saída. Para ajudá-lo a quebrar a casca, existe uma estrutura na ponta do bico, como um dentinho. Com algumas batidas ele consegue quebrar o ovo e nascer.

Se o ovo não for galado, não terá um pintinho dentro, mas os nutrientes ainda estarão lá. Normalmente, os ovos comprados em supermercado não têm pintinhos, pois as galinhas são criadas sem os galos. Já aqui no Sítio, vivem galos e galinhas, então alguns ovos são galados e outros não. Os primeiros, quando chocados, dão origem aos pintinhos.

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por Inverno Studio
Bolo Sítio do Mato

Aprenda a fazer o Bolo do Sítio

Provou o nosso bolo e deu aquela vontade de repetir em casa?

Pronto, está aqui a receita e tudo que você precisa saber sobre ele. O Bolo do Sítio tem preparo bastante simples e pode ser feito junto com as crianças! Confere a receita e depois nos conta como ficou!

Bolo

Ingredientes:

  • 03 ovos;
  • 01 colher (sopa) de margarina;
  • 02 xícaras de açúcar;
  • 03 xícaras de farinha;
  • ½ xícara de chocolate em pó;
  • 01 xícara de água;
  • 01 colher (sopa) de fermento em pó.

Modo de Preparo:

Coloque os ovos, o açúcar e a margarina na batedeira e bata até a massa ficar homogênea. Acrescente o chocolate, a farinha e a água, bata novamente. Depois, adicione o fermento e misture. Leve ao forno por cerca de 40 minutos. A receita rende 30 fatias aproximadamente.

Cobertura

Ingredientes:

  • 09 colheres (sopa) de açúcar;
  • 04 colheres (sopa) de chocolate;
  • 02 colheres (sopa) de margarina;
  • Granulado a gosto.

Modo de Preparo:

Misture tudo em uma tigela cuidando para não deixar bolinhas. Leve ao fogo mexendo sempre até ferver. Despeje ainda quente sobre o bolo e cubra com granulado. A cobertura também pode ser preparada no micro-ondas: mexa de trinta em trinta segundos até ferver.

Confere as informações nutricionais:

Tabela Nutricional Bolo

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por Inverno Studio

 

Esse é o Sansão

Esse é o Sansão!

Você sabia que no Sítio do Mato vive um Meleagris gallopavo muito especial?

Isso mesmo, o nome dele é Sansão. Lembrou agora? O Sansão é um peru cuja espécie, Meleagris gallopavo, tem origem na América do Norte. Ele é uma ave dócil, sempre deixa as crianças encostarem em suas penas e crista para descobrir qual textura têm.

Brincando com Sansão

Os perus, em sua maioria, são domesticados, ou seja, moram em sítios e são cuidados pelos humanos. Mas ainda existem alguns selvagens, vivendo em grupos de até 20 aves em lugares próximos às árvores. Normalmente eles caminham, mas também podem voar. O macho tem um conjunto de penas salientes no peito e é maior que a fêmea, chega a ter o dobro do peso dela. Uma das características que mais se destacam nos perus é a cauda em formato de leque, como na foto do Sansão.

Sua criação é semelhante a das galinhas, inclusive os peruzinhos com até os três meses de vida são bem sensíveis, assim como os pintinhos. Porém, tornam-se uma das aves domésticas mais resistentes depois de adultos. Venha conhecer o Sansão!

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por Inverno Studio
Mas e o lixo hein

Mas e o lixo hein?

Informações importantes para o descarte correto

Rapidinho, enchemos nossas lixeiras de todos os tipos de lixo. Mas, e depois?  Para te ajudar a fazer o descarte correto, separamos algumas informações importantes. O DMLU tem três tipos de coleta de lixo: A automatizada, a domiciliar e a seletiva.

A automatizada coleta lixo orgânico diariamente, como restos de alimentos, papel higiênico, plantas, guardanapos sujos, entre outros, por meio de contêineres. A domiciliar coleta lixo orgânico três vezes por semana nos bairros em que não há contêineres. Você pode conferir aqui quais são os dias em que o caminhão passa na sua rua.

Por último, a seletiva é a que recolhe o lixo para ser reciclado, como papéis sem gordura, papelão, latas de alumínio, isopor,  plásticos, metais, vidros, etc. Ela acontece duas vezes por semana. Você pode ver aqui quais os dias de coleta seletiva no seu bairro. Se não quiser esperar esse dia chegar, você pode levar o lixo reciclável até um dos Postos de Entrega de Lixo Seletivo, os endereços estão aqui.

Materiais como madeiras, latas com resto de tinta, móveis, colchões, terra, entulhos, caliça, cerâmica, sucatas de ferro, eletrodomésticos e resíduos arbóreos também têm destino previsto pelo DMLU. São quatro unidades chamadas ‘Destino Certo’. Elas não recebem lixo orgânico comum e não aceitam volumes maiores que 0,5m3 de uma única vez.

Segundo o DMLU, cada unidade possui, ainda, um posto de entrega de óleo de fritura, um posto de entrega voluntária, para materiais destinados à coleta seletiva e um espaço para receber pneus velhos.

Onde ficam as unidades?
  • Rua Cruzeiro do Sul, 1445, na Vila Cruzeiro, zona sul;
  • Rua Professor Carvalho de Freitas, 1012, no Bairro Cascata, próximo aos bairros Glória e Teresópolis;
  • Avenida Diário de Notícias, 1111, no Bairro Cristal. Você pode entrar em contato com eles pelo telefone 51.3311.4730
  • Avenida Bernardino Silveira de Amorim, 2261, no Bairro Rubem Berta. Você pode entrar em contato com eles pelo telefone 3386.2155

Para mais detalhes, acesse o site do DMLU ou ligue para 156.

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por Inverno Studio